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\"BIOMEDICINA \" Assistência á Saúde



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Relatório de coleta de sangue

INTRODUÇÃO
Coleta de Sangue

Uma boa coleta significa: rapidez, eficiência, qualidade de atendimento e menor sofrimento ao paciente, por isso o responsável tem que ser capaz de resolver qualquer problema que eventualmente poderá encontrar no seu dia a dia.
O conhecimento teórico das técnicas de coleta de sangue pode ser obtido em cursos teórico-científico. Porém, os conhecimentos práticos sobre coleta e as reações que poderão ocorrer durante este procedimento são adquiridos, geralmente, através de experiências pessoais ou de informações prestadas por outros profissionais.
A coleta da amostra é parte fundamental na determinação de uma variável analítica, pois, sendo o único contato entre o paciente e o laboratório, a não observância da correta preparação deste paciente, conduzirá a erros significativos.
O controle de qualidade no laboratório clínico tem seu início antes da coleta da amostra. A exatidão da análise começa a ser obtida através da obtenção adequada da amostra, da utilização de material apropriado e do respeito às variáveis pertinentes à coleta. Uma vez que a amostra é obtida e enviada ao laboratório os erros podem originar-se durante o período anterior à análise.
A maior parte das análises é realizada no soro pois pressupõe-se que a distribuição entre fração celular e extracelular da maioria dos componentes é aproximadamente a mesma. Isto geralmente é válido e, quando tal não acontece, deve-se verificar os efeitos da hemólise sobre a concentração.
Para a determinação de algumas substâncias, torna-se necessário inibir a coagulação do sangue através do uso de anticoagulantes, obtendo-se assim o plasma. Outras vezes, para a obtenção de resultados precisos deve-se utilizar conservantes, agindo de maneira eficiente no mecanismo de coagulação.



Scalp BD Vacutainer Safety-lok para coleta múltipla:

• Permite nítida visualização do fluxo sanguíneo;
• Especial para coletas em veias difíceis e que requerem um maior cuidado para obtenção de amostras de qualidade;
• O protetor Safety-Lok® reduz o risco de exposição à acidentes.
• A agulha é facilmente retraída para dentro do protetor, oferecendo segurança no procedimento de descarte.
• O scalp geralmente é mais usado para coleta em crianças e idosos.



OBJETIVO


O objetivo da coleta de sangue é a qualidade no fornecimento de cuidados ao paciente em um ambiente de laboratório que seja seguro para todos, desde os procedimentos adequados na coleta até o transporte e armazenamento das amostras.




MATERIAIS UTILIZADOS

• Algodão
• Álcool a 70%
• Garrote
• Agulha verde calibre 25x8
• Piloto
• Tubos para coleta
• Estante
• Descarte



PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

Para a realização da coleta chamou-se o paciente pelo nome completo e o colocou sentado na cadeira.
Preparou-se todo o material de coleta na frente do paciente e mostrou que a agulha era descartável.
Usou-se uma agulha verde de calibre 25x8.
Quebrou-se o lacre da agulha e enrroscou no adaptador do sistema á vácuo.
Em seguida pediu-se ao paciente que deixa-se o braço bem estendido garroteando próximo ao local escolhido.
Selecionou-se a melhor veia.
Fez-se assepsia do local a ser puncionado com álcool a 70%.
Após ter escolhido a veia a ser puncionada, não tocou-se mais no local.
Retirou-se o protetor da agulha.
Para puncionar a veia, esticou-se a pele do braço com o polegar e facilitou-se a penetração da agulha.
Com o bisel voltado para cima e tubo de coleta dentro do adaptador puncionou-se o local escolhido.
Soltou-se o torniquete assim que o sangue começou a entar no tubo, e em seguida retirou-se o tubo.
Retirou-se a agulha do braço do paciente com o auxílio de uma mecha de algodão seco e fez-se uma leve pressão por alguns minutos.
Finalizou-se a coleta pedindo ao paciente que mantesse o braço em posição horizontal sem dobrá-lo e em seguida identificou-se o tubo colocando o nome de cada paciente.



RESULTADOS E DISCUSSÕES


O resultado da aula prática de coleta de sangue foi bastante satisfatório com a participação de todos os alunos.
A realização da coleta foi feita entre alunos que seguiram as normas obrigatórias de segurança dentro do laboratório, onde alguns se saíram muito bem e outros tiveram um
pouco mais de dificuldade, talvez pelo nervosismo, e pelo fato de ter participado de uma coleta pela primeira vez.
Mas apesar da experiência ter sido pequena, a aula trouxe conhecimentos importantes para uma boa e segura realização de como se deve proceder corretamente em uma coleta de sangue.



COMPOSIÇÃO DA AMOSTRA

A) Amostra de sangue = fase sólida + plasma
B) Plasma = soro + fibrinogênio
C) Soro = plasma – fibrinogênio

Dependendo da análise desejada, o exame poderá ser realizado no sangue total hemograma,pesquisa de parasitas no sangue e outros), no plasma (glicose, estudos de coagulação, bioquímicos e sorológicos), no soro (bioquímicos e sorológicos).
Quando se pretende realizar análise no soro, este deve ser colhido em tubo de ensaio vazio, isto é, sem anticoagulante, para que ocorra o processo de coagulação.
Quando for necessário plasma para análise, a amostra deverá ser colhida em tubo de ensaio contendo anticoagulante específico. Neste caso não ocorre a coagulação, pois o anticoagulante irá inibir um dos fatores de coagulação (geralmente cálcio) impedindo assim a formação do coágulo.



SANGUE TOTAL
Na hematologia as análises são feitas no sangue total. As amostras são conduzidas sob forma homogênea. O sangue é colhido com anticoagulantes específico e não há separação do plasma e elementos figurados ou seja das células sangüíneas.
PLASMA
A centrifugação acelera consideravelmente o processo natural de sedimentação em amostras com anticoagulante. Assim, amostras de sangue em que se deseja analisar as frações de plasma são centrifugadas a velocidade e tempo apropriados às análises. Para que a amostra de plasma produza resultados é necessário que esteja isenta de coágulo (quantidade insuficiente de anticoagulante e homogeneização inadequada).
SORO
Para que uma amostra de soro produza os melhores resultados é necessário que esteja isenta de fragmentos de fibrina ou células sangüíneas que tenham, por ventura, escapado da formação do coágulo. Qualquer vestígio de hemólise (rupturas das hemácias que resultam na liberação do conteúdo intracelular), pois estas podem ocasionar alterações em alguns exames.

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